quinta-feira, 18 de agosto de 2011

sensação.

(obrigatoriamente pra ser lido ao som de Vanguart. de preferência, Se tiver que ser na bala, vai.)

tinha também o verde-musgo nostálgico, mas isso era só coincidência.
ou ironia, não sei. havia toda aquela calma que antecede o caos: e o enorme ego provavelmente esmagando com qualquer tentativa minha de ser boa o bastante pra ganha-lo.

foi latente, foi frio, foi seco, foi louco, foi por um pouco que eu não roubo, pra museu, pra ser só meu, pra somente me sentir inteira pra aquele charme, pra aquela voz, pra aquele sorriso giocondamente irresistível equilibrando-se despreocupadamente numa jaqueta de couro.

ele e a sintonia: e agora não somente as linhas, mas seus parágrafos, todos, suas páginas, sua capa, seu agradecimento, sua contra-capa, seu corpo, a arrogância toda, a coleção inteira, seu romantismo inglês derradeiro, o tango argentino que nós dois juntos fazemos.

seus detalhes e as minhas rimas.
só em 7 dias e o meu presente: seja feliz, seja meu. assim mesmo. inconsequente.



hoje é o céu, você e eu. 

Um comentário:

Lucas disse...

"Onde você me leva, nem deus andará."