sábado, 18 de dezembro de 2010

maracujá ou pêssego ?

eu quero fatos, concretos, palpáveis.
eu quero um sim, eu quero um não.
eu quero um desastre, uma explosão.
eu quero uma catástrofe.


e só recebo tua frieza desanimadora e apaixonante, enfim.


tua letra aparentava o infinito; ou talvez tenha sido somente engano meu. outros olhos tentam me ler, mas tua proteção logo volta;
minha proteção.
tua proteção.
meu defeito.
tua qualidade.

nós andamos tão longe um do outro;
e eu nem sei se quero que isto mude.

o gelo não queimou.
o fogo se apagou.

meu ponto e vírgula está se transformando em ponto final.
este é o ponto final ?

você é independente, mas não muda o fato de nunca ter me conhecido realmente. - e eu pensei em muita coisa.

você não me conhece.
você não me apetece.
teu jogo tirou-me o brilho, tirou-me o ânimo.




impulsividade é direito somente meu, entenda.

2 comentários:

Mariana de O. C. disse...

realmente, as vezes a proteção em nós é diferente da dos outros. é tudo uma questão de limite e de quantidade, tudo pode virar nada facilmente. :S
maravilhoso, como sempre! e acho que nunca disse que AMO o layout do seu blog hahahaha *-* beijos

Má Midlej disse...

é, intenso. pareceu um querer não querer mais. e a gente sente isso tanto, nessa vida. essa mania que o sentimento tem, de escolher a pessoa errada pra se enlaçar. rsrs

amei o jeito como escreveu, foi me dando uma agonia danada. rs

beijo, amei o blog.