segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

eu te amo.

agora pouco fui sentir teu cheiro vindo da minha pele. o sabonete fez sair, mas acabei vindo pra cá, ouvir Chico e te amar descoberta, meu amor. e eu ainda lembro de quando falou sobre não ter escudo perto de mim: meu seio ainda trás tua marca e eu ainda durmo apertando o cobertor pra não morrer da tua falta –

sobre todas as nossas putarias e filosofias: tudo pra eu ser tua como eu nunca fui de ninguém. tudo pra eu te adorar crua e te abraçar depois do vaivém: porque eu vou te amar até quando passa da hora.

só pra falar baixinho que não me importa a grandiosidade de nós dois que você tanto fala. pra sussurrar, somente, que eu nunca mais vou te deixar. nunca mais.

3 comentários:

Mariana de O. C. disse...

e dormir apertando o cobertor combina com esse título, com as palavras fortes, com a sinceridade que só uma Verônica conseguiria expressar.

EvyCB. disse...

Porque escrever de amor, é pra quem sabe amar. :D

E ela sabe bem sobre as duas coisas. :**

Marcelo R. Rezende disse...

Essa vontade de estar junto, de colocar o outro dentro da gente, literalmente.

Lindo, Verônica.